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03 janeiro 2012

Redução dos preços dos medicamentos até 50%

Após algumas reduções efectuadas nos últimos dois anos, uma portaria define hoje que "os medicamentos passam a ser mais baratos para os utentes e a margem de lucro das farmácias e dos distribuidores diminui".
O preço dos genéricos" devem ser reduzidos até o valor correspondente a 50% do preço máximo, administrativamente fixado, do medicamento de referência com igual dosagem e na mesma forma farmacêutica".
Claro que as corporações que durante décadas impuseram a sua vontade não estão nada contentes, vem aí o dilúvio, a exportação paralela torna-se mais atractiva e podem acontecer rupturas do mercado deixando os doentes sem acesso ao tratamento, blá, blá...como se o que se está a fazer agora em Portugal não funcione há pelo menos 30 anos nos países mais ricos e com mais força negocial.

02 janeiro 2012

Jerónimo Martins - sabe bem pagar tão pouco

A fuga da sede de empresas para os países onde se pagam menos impostos é uma consequência bem conhecida do agravamento dos impostos no país de origem. Nós todos ficamos chocados quando sabemos que alguém tomou essa decisão, mas a verdade é que até os portugueses do interior vão a Espanha encher os depósitos de gasolina para pagar menos. Como se sabe, grande parte do preço dos combustíveis são impostos. Os cidadãos também fogem aos impostos como se vê por este exemplo bem simples.
O planeamento fiscal a maior parte das vezes é utilizado para encontrar "saídas" na Lei, não é para conseguir optimizar as benesses que a Lei concede. Neste caso o planeamento fiscal é perfeitamente legítimo e não merece críticas.
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30 dezembro 2011

Sindicato dos maquinistas penhora bens da CP

Isto é mais uma achega para se perceber que não há saída numa empresa onde os trabalhadores têm além do vencimento dezoito subsídios (só não recebem quando estão em greve). Mas é bem original ver o sindicato vender o equipamento da empresa e assim tirar os meios de trabalho aos seus associados.
Uma empresa inviável sob todos os pontos de vista, é o que é!
Afinal de que tem medo o sindicato para penhorar os bens da empresa? A CP foge? Vende os bens ao desbarato? Dirigentes sindicais movidos por ideologias bem localizadas que querem compensar pela via sindical o que não conseguem por via eleitoral! Para além de humilharem a própria empresa onde trabalham o que pretendem com a penhora? Que efeitos práticos tem a penhora?

Extinção de dezenas de organismos públicos

Não se apoquentem porque a maioria destes  organismos podem perfeitamente juntar-se e não fazem falta nenhuma. Poupam-se Directores Gerais, por cada Director-Geral, dois subdirectores-gerais, poupam-se três secretárias por cada um, telefonistas, motoristas ...e toda esta gente pode produzir e ser bem aproveitada.
Podem crer, menos despesa, mais gente interessada, pessoas que fazem falta noutros sítios (os professores que estão destacados nas Direcções Regionais fazem muita falta nas escolas), maior autonomia das escolas (é a melhor consequência disto tudo), maior autonomia dos organismos que passam a estar mais perto dos problemas e a depender de menos gente muito bem paga mas que anda em roda livre.
Grande parte da Alta Administração Pública tem mais que uma função, o estado dá-lhes
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Lei das Rendas - a visão de PCP e BE

Para o PCP, a lei do arrendamento tem como objetivo "satisfazer os grandes interesses imobiliários e financeiros, sedentos de se apropriarem dos bairros históricos", em "especial de Lisboa e Porto, a troco de miseráveis indemnizações atribuídas aos arrendatários que, sem qualquer alternativa, de um momento para o outro são postos a viver na rua, enquanto as suas antigas casas serão alvo de especulação imobiliária".

Para o BE: "O que o Governo vem apresentar são medidas para expulsar as pessoas das suas casas, propõe no essencial o aumento substancial das rendas antigas, de quem vive nas suas casas há mais de vinte anos e que há mais de vinte anos não pagava rendas baixas e que muitas vezes se substituiu aos próprios senhorios nas obras de reabilitação", criticou a dirigente bloquista Rita Calvário, em declarações no Parlamento.
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