Mostrar mensagens com a etiqueta *João Simões. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta *João Simões. Mostrar todas as mensagens

08 janeiro 2012

Um dissidente da filarmónica que tem ouvido duro

Por mera curiosidade fui ver isto e não fiquei surpreendido que um camarada meu, ex-camarada, porque, entretanto, me fartei de andar (en)fardado, também tenha usado avental, e que é dissidente da banda do Mozart.
Pois, embora nada tendo contra quem use avental, eu também o uso para lavar a louça, embora menos vezes do que devia, se bem que agora um pouco mais que a vida assim me obriga, mas dizia, sempre achei estranho que alguns fossem nomeados para certos lugares onde o vencimento mensal é robustecido com algumas mordomias, em ajudas de custo, então, é às resmas, mas sem que lhes reconhecesse especiais qualificações, além de uma certa tendência para lambe-botas.
Como já disse, também fui convidado para tais filarmónicas, mas acontece que não sei tocar instrumento nenhum e para dançarino o jeito também não é coisa que se veja.

07 janeiro 2012

7 de fevereiro

Há uma hora atrás ouvi tocar e, agora num tempo tão certo, num percurso tão exato, num tempo milimétrico, ouço tocar de novo. Desperto-me. Pergunto-me o que fazer, Se olhar para as paredes vendo os teus quadros. Se apenas olhar para a fotografia daquele dia tão singelo, de há trinta e um anos atrás e que tu ali puseste. Ontem. Não vou esquecer ontem, embora não interesse que fixe o dia, mas apenas que é o dia em que começas um dormir sonolento, que eu sei sossegado, num afugentar da dor, que se adormece de três em três dias. E eu regresso àquele dia em que me beijas envergonhadamente, procurando a beleza das palavras, fugindo do lado mórbido para que me empurro. Antes quero sorrir contigo naquele abraço, naquele beijo, percebendo, passado todo este tempo, o sentido dali teres posto a foto daquele dia. Nem sequer já

27 dezembro 2011

Resgatando sonhos

Estou para aqui: a minha mulher ressona e eu conto carneiros. Vou verter águas, e o cão, que está aqui connosco ao fundo da cama e que, quando calha, também ressona, vem comigo, preocupado em me tomar conta dos carneiros, talvez que não lhe perguntei.
E agora, que já disse o que tinha a dizer, vou ver se durmo. Ou, se os carneiros não me saem da frente, vou trabalhar (vantagens de ter uma ocupação que basta ter um computador à mão e não me falta que fazer para ganhar uns trocos sem sair de casa.
(...)
[VER ARTIGO COMPLETO]